Do Renascimento ao Barroco

A definição de Pintura renascentista surge na Itália durante o século XV e funda um espírito forjado de ideais novas e forças criadoras.

Desenvolve-se nas cidades italianas de Roma, Nápoles, Mântua, Ferrara, Urbino e, sobretudo, em Florença e Veneza (principais centros que possuíam, entre os séculos XV e XVI, condições económicas, políticas, sociais e culturais propícias ao desenvolvimento das artes como a pintura), com inspiração no Humanismo.

Não se pode dizer, no entanto, que seja um estilo na verdadeira acepção do termo, mas antes uma arte variada definida pelas individualidades que lhe transmitiram características estilísticas, técnicas e estéticas distintas.

As raízes baseiam-se na Antiguidade Clássica (tomadas a partir da cultura e mitologia grega e romana, e dos vestígios quer arquitectónicos quer escultóricos existentes na península itálica) e na Idade Média (captadas em sentido evolutivo e sobretudo da obra de Giotto que teve na sua arte do século XIII, o pronúncio dos princípios orientadores da pintura do Renascimento).

A Pintura Maneirista é um estilo artístico que predominou na Itália desde o fim da Alta Renascença (ca. 1530) até aproximadamente 1580, quando foi substituído pelo Barroco.

A pintura barroca é uma pintura realista, concentrada nas paisagens, nas naturezas mortas e nas cenas populares (barroco holandês). O movimento identifica-se com o Absolutismo e a Contra Reforma.

Na Itália e na Espanha, a Igreja Católica, em clima de militância e Contra-Reforma, pressionava os artistas para que buscassem o realismo mais convincente possível.

Entre os maiores pintores do Renascimento, do Maneirismo e do Barroco estão Leonardo da Vinci, Rafael, Velázquez, Caravaggio, Rembrandt, Rubens, Anthony van Dyck, Poussin e Vermeer.